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Perícia de Engenharia Civil: Fundamentos básicos para o entendimento da engenharia legal e demais procedimentos para realização de uma Perícia Judicial

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A fim de aclarar a visão daqueles que pretendem atuar na área de Perícias de Engenharia Civil e não são detentoras de conhecimentos básicos acerca deste ramo da Engenharia, será demonstrado através de uma série de arquivos o que é a Perícia de Engenharia Civil, os fundamentos básicos para o entendimento da engenharia legal e demais procedimentos para realização da Perícia Judicial.
 

Um dos pilares da Engenharia Legal abrange a Engenharia Diagnóstica, e a Engenharia de Avaliações. É apresentado um breve histórico da engenharia legal, as áreas de atuação, conceituação da perícia e o papel do engenheiro civil como perito judicial. 
 

Demonstra-se todos os procedimentos necessários para realização de perícia judicial desde a nomeação do perito, quesitos, realização da perícia, laudo, esclarecimentos, inspeção judicial, prazos, fixação dos honorários periciais; inspeção predial; difundidos no novo Código de Processo Civil de 2015. 
 

Os documentos aqui disponíveis, explicam ainda os diversos tipos de ações da perícia; de que modo ela pode ser utilizada como meio de prova; definição e ética do perito, seus direitos e deveres. 

Por fim, apresenta-se um estudo de caso, contendo seus resultados e considerações.

A Engenharia Legal

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Áreas de Atuação

Conceituação de Perícia e o Papel do Engenheiro Civil como Perito Judicial

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Habilitação para atuar como Perito Judicial e a Lei nº13.105/2015 - Novo Código de Processo Civil

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Perícias nos diversos tipos de ações

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Procedimento da Perícia Judicial

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Resolução nº 232 do CNJ

Estudo de Caso

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As constantes mudanças no campo da engenharia legal trouxeram inovações tanto para o campo técnico como jurídico. Neste ponto é indiscutível a necessidade do perito em manter-se atualizado.

A engenharia tem se empenhado em desenvolver novas tecnologias que auxilia as pericias nos diversos segmentos. Sendo assim, cabe ao engenheiro perito dedicar-se ao constante aprendizado, tanto nas questões técnicas, como no âmbito judicial. Cabe ainda ao profissional ter ciência da complexidade que demandam as práticas forenses aplicando-se ao estudo das causas que lhe forem designadas para apuração pois, nenhuma lide é igual a outra, mesmo que semelhante.

Vivemos um momento de modificações legislativas recentes no tocante ao trabalho dos peritos judiciais. Com o desenvolvimento deste artigo, percebeu-se a necessidade de os profissionais da engenharia que trabalham ou pretendem trabalhar como peritos judiciais, de acompanhar as mudanças ocorridas, buscar conhecer a nova interface entre a sua área do saber e a área do direito, uma vez que os peritos judiciais precisam compreender bem os procedimentos e exigências desse trabalho.
 
Em síntese, o CPC-2015 prestigia o perito, exige maior transparência para a sua indicação e reforça a necessidade do conhecimento técnico especializado, tudo em consonância com os princípios da moralidade, publicidade, impessoalidade e eficiência. 

Ante o exposto, conclui-se que as perspectivas para o futuro são positivas no âmbito da função do perito judicial, com maior regulação dessa função pelo legislador, expressa claramente no Código de Processo Civil de 2015, e na Resolução n.º 232 do CNJ, e a correspondente valorização do profissional que a exerce.

Abordado apenas em poucas instituições de engenharia, na graduação, os conceitos e fundamentos da perícia precisam estar mais difundidos para os engenheiros.

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